Doing Business in Portugal

Doing Business in Portugal é o título do dossier que o Financial Times publica esta quarta-feira. O jornal dedica quatro páginas e 10 artigos à análise do estado da economia do país e defende que estão a surgir sinais positivos em vários setores.

exame versa, entre outros, sobre a construção, a banca, as privatizações, o trabalho, o turismo ou a energia.

«Decididos a levar a cabo reformas» é o título do primeiro artigo. O jornal escreve que os«objetivos estruturais estão a ser atingidos», embora a um «custo enorme». A desistência do projeto de construir o comboio de alta velocidade para ligar Lisboa a Madrid é tida em conta. O TGV foi para a gaveta.

Na segunda página, o FT faz notar que as dificuldades do país «não diminuíram o entusiasmo» dos portugueses pelo euro. Mais ainda: que «há sinais positivos que começam a surgir».

Outro texto olha para o setor financeiro: «Bancos esperam melhoras rápidas». O jornal escreve que a primeira coisa que um bancário diz a um visitante é que o setor financeiro português «é muito diferente dos da Irlanda e da Grécia», os outros dois países que caíram nos braços da ajuda externa.

«País prepara-se para vida depois da dívida» é outro dos textos – e avisos – do FT.

«Grandes vendas constituem retirada irreversível do Governo» é um outro artigo, claro está, sobre as privatizações, que «já conseguiram juntar quase 10.000 milhões de euros¿» e através das quais se espera arrecadar «mais 7.000 milhões». As privatizações são, no entanto, «uma das partes mais sensíveis da agenda governamental».

Na terceira página, o FT diz que a as pressões externas facilitam as mudanças e que «pela primeira vez» há uma vontade de fazer reformas estruturais. O ministro da economia, Álvaro Santos Pereira, tem direito a citação no jornal: «Todas as condições estão garantidas».

A última página deste dossier especialmente dedicado a Portugal aborda os setores do turismo e da energia, com o Financial Times a considerar que Portugal é uma «nação dedicada ao mar», mas está «a abrir um novo capítulo», e que o setor turístico tem «boas perspetivas apesar do aumento do IVA».

Na energia, «as incertezas na regulação mancham as perspetivas do setor». O FT refere, porém, ,que o Governo está a tentar acabar com «contratos muito caros» herdados de antigos executivos.

Fonte AF | FT

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