Publicado por: hoffice | 9 09UTC Fevereiro 09UTC 2010

Construção perdeu 119 mil postos de trabalho desde 2002

O sector da construção perdeu 119 mil postos de trabalho desde 2002 e este ano o desemprego pode atingir 96 mil trabalhadores, segundo dados apresentados hoje pela Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas.

O sector da construção “perdeu 119 mil trabalhadores desde 2002, empregando actualmente 530 mil pessoas”, disse o  presidente da Associação da Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), Reis Campos, uma das associadas da Federação da Construção.

“Em 2009, a construção perdeu 56 mil postos de trabalho”, afirmou o presidente da Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas (FEPICOP), Ricardo Pedrosa Gomes, avançando que se a tendência de quebra na actividade não se inverter, este ano “o desemprego no sector pode atingir 96 mil pessoas”.

Os dois responsáveis falavam na conferência de imprensa em que a FEPICOP fez o balanço da actividade do sector em 2009 e apresentou as perspectivas para este ano.

O presidente da Federação da Construção disse que a solução para o desemprego no sector passa pela aposta no investimento em áreas ligadas à recuperação de edifícios, que “têm um efeito mais rápido” na geração de emprego, e defendeu o alargamento de programas como o Parque Escolar a outras áreas.

Em 2009, “a contracção do volume de produção da construção rondou os nove por cento, o que constitui o pior resultado observado no passado recente e o maior contributo anual para a redução de 30 por cento sofrida pela produção do sector em termos acumulados desde 2002″, afirmou o presidente da Federação.

Ricardo Pedrosa Gomes disse que o investimento novo no segmento habitação “deverá ter sofrido em 2009 a maior quebra observada desde 1994″ (ano em que o Instituto Nacional de Estatística começou a fornecer dados), “já que o número de fogos novos licenciados até Novembro se situou nos 23,9 mil, uma quebra de 45 por cento face ao período homólogo de 2008″.

A construção de edifícios não residenciais deverá, por seu turno, ter recuado cerca de 10,5 por cento no ano passado, enquanto a produção do segmento de engenharia civil deverá ter aumentado cerca de cinco por cento no ano passado, impulsionada pelos concursos públicos lançados em 2009.

Para este ano, a Federação da Construção prevê uma quebra do nível de produção “na ordem dos seis por cento”.

“O ano de 2010 poderá vir a revelar-se muito ingrato para o sector da construção”, afirmou Ricardo Pedrosa Gomes, adiantando que o segmento habitacional deverá registar uma quebra na ordem dos 17 por cento e o segmento não residencial um recuo de cerca de 7,5 por cento.

Para o segmento engenharia civil, a Federação da Construção prevê uma “evolução positiva”, com um crescimento de cerca de três por cento.

Fonte Lusa Fotografia Dalila.°εïз

Publicado por: hoffice | 9 09UTC Fevereiro 09UTC 2010

Registo predial disponível online

A certidão de registo predial relativo a prédio descrito passou a estar disponível no site Predial On-line, dela constando a mesma informação que anteriormente era visível em formato papel.
Através deste serviço, em funcionamento desde o início do mês, é possível a qualquer pessoa aceder, em suporte electrónico e permanentemente actualizado, a informação em vigor respeitante a prédio(s) descrito(s).

O pedido de certidão de registo predial de prédio não descrito continua a ser disponibilizado pelo serviço Certidões On-line do Portal do Cidadão, recebendo o requerente a certidão em formato papel por correio.

O novo serviço está sujeito a pedido adesão, após o qual é disponibilizado ao requerente um código de acesso que permite a visualização da certidão on-line e que, uma vez entregue a qualquer entidade pública ou privada, equivale, para todos os efeitos, à entrega do documento em suporte papel.

Ao pedido/renovação anual de subscrição efectuado on-line corresponde o pagamento de seis euros. Se o mesmo for, por seu turno, realizado num serviço de registo, pelo mesmo é devido o montante de 15 euros. Se também for promovido, via internet, um acto de registo respeitante ao imóvel identificado na certidão, esse valor é descontado no emolumento do acto de registo.

Fonte Aecops

Publicado por: hoffice | 9 09UTC Fevereiro 09UTC 2010

DIMS 2010 – Dia Internacional de Monumentos e Sítios

Este ano de 2010 comemora-se mais um Dia Internacional dos Monumentos e Sítios e o IGESPAR tendo por base a directiva proposta pelo ICOMOS, procurará apresentar uma programação de sensibilização para este universo patrimonial, lançando o tema “Património Rural/Paisagens Culturais”.

Optimizando os programas dos serviços dependentes do IGESPAR, elaborando novos projectos e iniciativas em parceria com outras entidades, convidando as Direcções Regionais de Cultura, os Museus, os Municípios e outras entidades públicas e privadas a associarem-se, promovendo a colaboração de instituições culturais e científicas, pretende-se divulgar actividades atractivas para o público em geral, alargadas a todo o país.

O IGESPAR, à semelhança de anos anteriores, procura promover a divulgação do Dia Internacional de Monumentos e Sítios através de uma estratégia de comunicação concertada, de modo a que o público tenha conhecimento do programa nacional e possa participar nas actividades.

Uma pesquisa da PricewaterhouseCoopers estima que as novas oportunidades de negócio globais na área da sustentabilidade podem atingir entre 3 a 10 mil milhões de dólares americanos, em 2050.

O estudo, realizado no âmbito do projecto Vision 2050, do Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD, na sigla em inglês), incidiu sobre os investimentos adicionais em duas áreas em que as questões da sustentabilidade são particularmente sensíveis: os recursos naturais (incluindo energia, indústria florestal, agricultura, água e metais), e saúde e educação, que são sectores delicados para a sustentabilidade social.

Os recursos naturais podem representar entre 2 e 6,5 mil milhões de dólares de investimento, dos quais cerca de metade podem provir do segmento da energia. Assim, a fatia dos recursos naturais deverá ser responsável por cerca de 1 a 3 por cento do PIB mundial, revela o estudo. Já a saúde e a educação deverá contribuir com 0,8 e 3,5 mil milhões de euros, ou seja, de 0,5 a 1,5 por cento do PIB mundial.

«Muitas destas oportunidades surgirão nas economias emergentes, na medida em que o seu peso no PIB Mundial em Paridade de Poder de Compra está previsto aumentar de 45 por cento em 2008 para cerca de 60 por cento em 2050. Com o objectivo de tirar o máximo partido destas oportunidades, é muito provável que a intensidade da concorrência entre as empresas dos países da OCDE e as dos mercados emergentes aumente significativamente», aponta John Hawksworth, responsável de macroeconomia da PricewaterhouseCoopers.

Como foram feitas as estimativas?

A pesquisa apresenta a estimativa dos investimentos adicionais necessários no sector da energia relacionada com a redução das emissões de carbono tendo como base as projecções do International Energy Agency Technology Perspectives, em 2008. As previsões para outros sectores de recursos naturais são comparadas com estas estimativas, tendo em conta a dimensão relativa dos diferentes sectores e uma avaliação dos níveis de transformação necessários em cada sector para alcançar resultados globais sustentáveis em 2050. O relatório calcula também as oportunidades adicionais de investimento nesse ano num cenário de “business as usual”.

As estimativas para os sectores da Saúde e da Educação foram projectadas, tendo como pressuposto que o peso da despesa em saúde e educação no PIB das economias emergentes atinja, em 2050, os níveis verificados em 2005 nos países do G7. A estimativa feita pela PricewaterhouseCoopers pressupõe também um aumento na proporção dos gastos feitos pelas economias emergentes na educação e na saúde, o que se traduzirá num aumento da despesa em bens e serviços do sector privado. Grande parte dessa procura poderá ser colmatada pelas empresas dos países da OCDE.

Fonte Ambiente Online

Publicado por: hoffice | 9 09UTC Fevereiro 09UTC 2010

Governo quer criar novo regime para a miniprodução solar

A criação de um novo regime para a miniprodução, contemplando um novo nicho de mercado entre os 150 e os 250 KW, é uma das expectativas governamentais para 2010, no sector da energia solar.

A afirmação foi feita ontem pelo director dos Serviços Renováveis, Eficiência e Inovação da Direcção-Geral da Energia e Geologia (DGEG), João Bernardo, durante o evento Energia 2020, promovido pela Universidade de Lisboa e a Ordem dos Economistas.

Outras prioridades passam pela manutenção ou melhoria do enquadramento fiscal para a área do solar e pela revisão do regime da microgeração, assim como um novo modelo de financiamento para o programa de incentivo ao Solar Térmico, que poderá passar pelo Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), acrescentou o responsável.

Presente no Energia 2020, João Bernardo lembrou ao auditório os quatro pilares em que assenta a estratégia pública para a energia solar: solar fotovoltaico, microgeração, solar térmico e o fotovoltaico de concentração. Não obstante, o responsável reiterou que «é necessário investir na credibilidade do sector».

Fonte Ambiente Online

Publicado por: hoffice | 9 09UTC Fevereiro 09UTC 2010

Mercado critica grandes centrais fotovoltaicas

«A doutrina de fazer o maior do mundo é parolice». O comentário foi feito ontem por Nuno Ribeiro da Silva, presidente da Endesa Portugal, a respeito das grandes centrais fotovoltaicas implantadas no País.

Ribeiro da Silva, representante da Sociedade Portuguesa de Energia Solar (SPES) no evento Energia2020, promovido pela Universidade de Lisboa e a Ordem dos Economistas, defendeu que o conceito base das energias renováveis reside na sua capacidade de disseminação e criticou a tendência governamental de concentração do fotovoltaico.

A opinião, emitida momentos antes da intervenção do representante da Direcção Geral de Energia e Geologia no certame, foi partilhada por outros dos oradores presentes. Por exemplo, Miguel Brito, especialista da Universidade de Lisboa, afirmou que as mega centrais, apesar de darem visibilidade pública ao fotovoltaico, permitem um reduzido efeito multiplicador e uma baixa criação de empregos especializados.

Esta não foi a única crítica do mercado a fazer-se ouvir. Os representantes das empresas instaram a planos governamentais a prazo que garantam a estabilidade do sector solar em Portugal. Rui Lobo, da empresa Lobo Solar, assegurou que a ausência de uma comunicação clara da estratégia governamental para o sector, de médio e longo prazo, resulta numa falta de estabilidade para o mercado e para o emprego especializado. Nuno Ribeiro da Silva alertou, por seu lado, para a necessidade de se garantirem condições de transparência e previsibilidade para o mercado.

Fonte Ambiente Online

Em Dezembro de 2009, o índice de custos de construção de habitação nova, no Continente, aumentou 0,4% em termos homólogos, após 8 meses consecutivos sem registar qualquer variação positiva.

A taxa de variação homóloga do índice de preços de manutenção e reparação regular da habitação, no Continente, fixou-se em 0,5% (0,6% em Novembro).

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Fonte INE

Publicado por: hoffice | 9 09UTC Fevereiro 09UTC 2010

Candidaturas turísticas ao QREN

As regiões Centro e Norte de Portugal foram as que apresentaram mais candidaturas ao Sistema de Incentivos à Inovação do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) no Turismo, com 62 e 56 respectivamente. As empresas turísticas no Alentejo apresentaram 19 candidaturas, as do Algarve nove e as de Lisboa seis.

No total, contaram-se 152 candidaturas de empresas do sector turístico a financiamento comunitário, para estímulo ao empreendedorismo e à inovação, ou seja, houve uma duplicação dos projectos e prevê-se um investimento global na ordem dos 400 milhões de euros.

Nos concursos, cujas candidaturas decorreram de finais de Novembro de 2009 a 1 de Fevereiro, as regiões Centro e Norte deram origem a quase 80% das candidaturas aos dois concursos. Cerca de um terço (46 projectos) do total de candidaturas tiveram origem em promotores sedeados nos Pólos de Desenvolvimento Turístico.

O Pólo da Serra da Estrela lidera essa lista, tendo sido submetidos 12 projectos, seguindo-se os Pólos Leiria-Fátima (10 candidaturas), Douro (9 projectos), Oeste (6 candidaturas), Terras do Grande Lago – Alqueva (5 projectos candidatos) e Alentejo Litoral (com 4 candidaturas apresentadas).

Fonte Publituris

Publicado por: hoffice | 9 09UTC Fevereiro 09UTC 2010

Valores em baixa no Algarve

Comentando a quebra de 17,4% no volume de vendas dos hotéis e empreendimentos turísticos do Algarve, no mês de Janeiro, Elidérico Viegas, presidente da AHETA, afirma que “o preço já não é um factor determinante para a taxa de ocupação no Algarve porque os empresários não conseguem baixar mais os preços”. “É impraticável”, argumenta.

Os números provisórios publicados hoje pela AHETA permitem várias leituras. A primeira é que “Janeiro sempre foi e continua a ser o mês mais fraco da estação baixa e o mais penoso do ano”, e a segunda é que se nota um “acentuar da sazonalidade em períodos como este de diminuição da procura”.

Elidérico Viegas observa ainda a continuação da tendência de 2009, em que, pela primeira vez, a taxa média de ocupação mais elevada coube aos três estrelas, ou seja, em Janeiro, as unidades mais penalizadas na ocupação foram os quatro e cinco estrelas.

A estada média também foi afectada, tendo diminuído quase dois dias para os 4,2 dias em Janeiro. “Além de ser um número muito baixo, acaba por se reflectir nas taxas de ocupação. A diminuição da estada média é explicada em parte pela retracção do turismo sénior, sobretudo oriundo do mercado holandês, cuja procura baixou 17,2%”, salienta.

Fonte Publituris

Publicado por: hoffice | 8 08UTC Fevereiro 08UTC 2010

Mercado Residencial na AM Lisboa

Na Área Metropolitana de Lisboa [AM Lisboa], ao longo do 3º trimestre de 2009, segundo as estatísticas Confidencial Imobiliário/LardoceLar.com o mercado residencial observou uma taxa de procura de 6,4%. A análise da procura aqui efectuada fez-se através da ponderação dos fogos removidos de oferta (dados pelo fluxos de saídas) em relação ao stock de alojamentos em oferta, tratando-se, portanto, de uma aproximação à evolução da função procura do mercado.

No período em análise, o stock de alojamentos em oferta é constituído por 72% de fogos usados. Embora maioritária, a presença dos fogos usados diminui quando analisada a procura. Neste caso, a percentagem de fogos usados desce para 69% dos alojamentos procurados. Assim, a taxa de procura de fogos usados, durante o 3º trimestre de 2009, foi de 4%, enquanto que nos fogos novos essa taxa foi de 7%, indiciando uma melhor performance do segmento de mercado de alojamentos novos.

Quanto ao tempo médio de absorção na AM Lisboa, o número de meses foi idêntico quer para os fogos novos como para os usados, situando-se nos 13 meses.

Valor e Volume de Oferta

O valor médio da oferta na AM Lisboa, registado durante o 3º trimestre de 2009, foi de 1.787 €/m2. Este valor sobe para 1.934 €/m2 no caso do segmento de fogos novos e fica-se pelos 1.729 €/m2 nos usados.

O maior volume de fogos em oferta, com mais de 14% do total, encontra-se concentrado em apenas seis freguesias da área metropolitana, designadamente em S. Domingos de Rana e Cascais, ambas de Cascais, Santa Marinha dos Olivais e Lumiar, em Lisboa, na freguesia de Odivelas, no concelho do mesmo nome, e em Algueirão – Mem Martins, do concelho de Sintra.

Cerca de 35% das freguesias da área metropolitana apresentam valores abaixo da média registada, no 3º trimestre de 2009, para o conjunto metropolitano. As restantes 65% estão acima desse valor, ou seja, ultrapassam 1.787 €/m2. Com valores médios acima de 3.000 €/m2 estão cinco freguesias de Lisboa, contando com cerca de 5,2 mil fogos nessa situação.

Fonte Confidencial Imobiliário

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